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Olhos
penetrantes os obeservam ao perto, mas ao de não sentir o caminhar é vacilante,
sua determinação em sair deste charco trevas homicidas. A guerra a morte a
destruição do ser em sua plenitude atinge ate aquele quem tentou guardar sua
alma em algo que não é seu corpo. Olhos fustigam a presença aterrorizadora de
um guerreiro monstruoso. Ele abre caminho a golpes de facão e procura algo que
a muito deixou, mas não sabe se é ali onde o deixou, ou talvez só esteja
procurando alguma coisa de valioso.
Diziam que a qualquer palmo cavado entre as
árvores mortas trazia um tesouro de um herói esquecido... todas as árvores são
mortas, mas a árvore das árvores esta bem ali, queimada, essa é quase a ultima
dela. Ela se ergue alto, o fogo a consumiu quase inteira deixando apenas carvão
e seres devoradores da morte... o sagrado de outrora fora reduzido a corpos
destroçados e empalados, corpos de filhos
da sombra.
Onde
estará toda essa sombra que outrora governou este mundo? Ninguém imaginava, ate
mesmo o Magno de seu grupo que acredita em tudo e não duvida de nada, já tinha
começado a pensar que não passava de uma lenda... O Pai das sombras, lenda,
quem diria.
Era
Kheior quem cava, usa suas mãos e uma faca, não tem pá, mas quem se importa, os
filhos das sombra, morreram e os que
não tiveram esse destino não mais querem luta com eles, são todos medrosos,
todos temem seu grito de guerra e só é preciso uma olhada em seu machado de
guerra para fazer as entranhas se retorcerem e os pés a frequejarem, sua visão
também não é a das melhores. Um humano de dois metros de altura, corpo robusto,
alcance alem do imaginável, seu machado sempre buscava seus inimigos o mais
longe que eles conseguiam correr, mas não montava. Se fossem temos antigos
diriam que era o próprio Gregor Clagane, mas esses tempos de fogo e gelo foi
deixado para trás a milênios.
Olhos
de fome anunciada se mostra monstruosas nuvens largas de tempestade, o frio do
vento bate em sua face e o calor de seu peito se mostra, um humano, era o que estava caçando por primeiro, alguém de uma
lenda muito vasta, mas não se lembra bem o qual... o calafrio sobe a da coluna
e algo lá dentro trás a lembrança da resposta do que tinha esquecido.
Igual
a um felino ela se aproxima furtiva e sorrateiramente, sua mente é turbina de
irformação, dever demônios honra monstros resgate escuridão impunidade filhos.
Lembranças de tudo e do nada. A face branca e pálida emerge das mata de treva e
se aproxima, duas laminas duas mãos duas vidas e uma morte. O machado mora nas
costas.
A
boca saliva de ansiedade, ele iria morrer ali mesmo. Mas toda sua vida não foi
feita de descuido, na verdade toda sua vida foi feita de fazer pensar que tinha
feito de descuido uma constante, mas não. O cabo é puxado por baixo e em um
movimento devastador o machado já esta girando com seu corpo, a mulher é
acertada, mas não é feita em duas, ela estava perto de mais, a haste é quem a
acerta quebrando-lhe algumas costela e lhe atirando longe.
Deitada
ela se faz. Kheior não sabia o que estava passando, ele só sabe que alguma
coisa o seguia com os olhos, ele só sabia que alguma coisa queria sua morte,
ele só sabia que iria pegar aquilo de surpresa. E a pegou de surpresa, tanto
que agora Orfelia estava lá, caída e inconsciente.
O que
Kheior via, era um ser, humanoide pequeno de pelagem vermelha e vestindo
trapos, seja o que for, vai morrer pela ousadia. Kheior saca sua espada e se
aproxima lentamente de Orfelia, ele não queria correr nem mais um risco.
- Ainda
respira – e se aproxima já preparado para enterrar a espada - mas não parece
estar consciente.
Quando
bem perto chegou, ele pousou seus pés perto da cabeça de Orfelia, fintou aquele
corpo branco que carrega duas espadas, uma de um lado e a outra do outor, e não
se perguntou nada. Levantou a espada, mas antes que ela descesse, o ser que ali
em baixo está se move rápido e enterra uma faca de caça(cerca de um palmo de
comprimento) em sua boca. Kheio segura o grito e desce a espada, mas ela acerta
apenas a areia, pois Orfelia já não mais estava ali, ela rolara para o lado e
já sacando sua cimitarrra para corta-lhe a lateral do joelho.
Mas
antes que Orfelia conseguisse sacar sua espada, Kheior levantar seu pé, segurar
mais uma vez o grito, da um passo para o lado e chuta a têmpora de Orfelia que
desmaia e não termina o golpe.
-
Pensa que vai me pegar? Já matei monstros mais habilidosos que você, seu merda.
Desta
já com mais cuidado, Kheior da um pulo para trás e com a haste de seu machado,
ele balança o corpo inerte de Orfelia, ela sangrava pelos ouvidos e pela boca,
mas apenas um filetezinho, nada de mais. Kheior amarra as mãos e os pés de
Orfelia e começa a roubar tudo aquilo que parecia ter valor, retira-lhe as
espadas e as facas que estavam a amostra, mas o que ali se tinham na verdade
eram laminas de péssima qualidade que só furavam pois tinha ponta, mas lamina
não tinham.
De
inicio Kheior pesara que aquilo que o atacara era um duende ou algo do tipo,
depois que se aproximou, percebeu que era um humano, mas pesara que era homem,
foi só quando meteu as mãos nas dobras da roupa de Orfelia a procura de moedas,
que reparou a existência de seio, não eram grandes iguais as das prostitutas de
Meltam nem as de Sari, mas era tão macios quanto, mas para ter certeza, ele
colocou a mão por entre a roupa ate sentir a pele e foi para o baixo ventre e
notou que o que ela tinha era uma buceta e cabeluda, quis saber se eram
vermelhos iguais aos cabelos, então percebeu o pau bem rígido e notou que fazia
tempo que não fudia com ninguém, só matança matança matança, e por mais suga e
de cara inchada essa mulher poderia estar, ainda era uma buceta humana no meio
de tantos monstros.
Então
virou a barriga de Orfelia para o chão, jogou para o lado o manto que a cobria,
removeu a parte de baixo da roupa dela, deixando a mostra suas coxas e bunda,
pele branca como copo de leite, apertou sua bunda e coxas, bem firmes e duras.
iria ser ali mesmo, com amadura com tudo, se a levasse para Silla, ele não o
deixaria fazer aquilo que queria, então era melhor faze agora enquanto ela não
estivesse acordada, só depois a levaria para o grupo.
Desabotoou
apressadamente a calça e colocou o membro para fora, nem mais sentia a dor de
seu pé esfaqueado, olhou para o rabo de Orfelia e já sentia o desejo tomar
conta, colocou as duas mãos na bunda da mulher e abriu, cheirou e lambeu e
cuspiu, quando Kheio se preparava para penetrar em Orfelia, ele olha para
frente e ver Sari olhando para ele.
- O
que você iria fazer com essa pobre moça?
Não
tinha resposta, era quilo mesmo que Sari estava pensando.
- Ela
tentou me matar, tivemos um embate e eu ganhei, estou pegando meu espolio. – e
colocou o membro de volta para dentro. Ainda estava meio que duro e fazendo
volume.
O
sangue sobe todo para o rosto de Sari, ela cruza os braços e fala.
-
Então quer dizer que se eu derrota-lo aqui e agora, eu posso enfiar qualquer
coisa pelo seu anus, igualmente o que você pretende fazer com essa mulher.
- Mas
espere – pelo que tinha convivido com ela, Sari realmente iria querer brigar
agora, mas era coração mole, era só dizer que não iria fazer mais aquilo e
pronto – eu não sabia que era contra as lei, eu estava apenas pegando o que
segundo as leis de meu povo diz que é para fazer – a lealdade as regras dos
outros iria ter que funcionar.
- Não
estamos mais com seu povo, então trate de respeitar as leis universais de Lina,
se você tentar fazer algum mal a sua prisioneira, irar se ver com justiça
sagrada – estralou o pescoço e os punhos.
-
Peço desculpa então – mentiroso – não irei mais cometer essa atitude agora que
sei que é proibida. Mas afinal de contas, o que te trais ate mim? Eu num falei
que iria demorar?
-
Falou, mas eu senti uma presença maligna vindo desta localidade, mas agora a
pouco sumiu, a presença vinha daqui.
- Não
seria desta mulher aqui? – aponta para Oferlia.
Sari
se aproxima dela e toca em seu rosto.
-
Não. Dela não veio, eu vejo confusão e tormenta, mas maldade não vejo – de sua mão
um vapor começa se elevar - vejo também que também acertaste um chute na têmpora
dela, por pouco não morre, estava com hemorragia interna e o crânio tinha
partido, estava semi morta. Mas agora Lina já a curou – e volta a se levantar –
aliais, vista ela, e a traga para perto do grupo, seja o que ela for, ela não
uma escrava, nos precisamos saber qual é a saída daqui, ela pode saber disto. –
se vira e vai saindo – tem mais, quando ela acordar, devolva as espadas dela e
tudo o que você fizer com ela, meus punhos vão fazer com você.