segunda-feira, 23 de julho de 2012

Sofia Vann e o Diabo ( PARTE UM )


"Eu queria não sentir o que eu senti, quando eu a conheci. Eu queria não ter sido banido do reino dos céus, ter compreendido Deus, porque só então, talvez, tudo entre mim e ela seria mais fácil. Eu ainda seria uma figura que representa o bem, um anjo. O regente da orquestra de Deus.
Como posso eu, a milhares de anos atrás, ter ido contra a vontade de Deus? Mas não posso me arrepender dos meus motivos. Eu jamais me curvaria aos humanos. Mas se eu tivesse conhecido Sofia antes, talvez eu tivesse não só me curvado, mas também amado a todos eles, conforme Deus ordenara.
Eu não conseguia sentir amor por uma raça tão inferior... Eles viviam apenas de felicidade, apenas de viver. Eu quis lhe dar um pouco de razão para as suas vidas, um pouco de sabedoria para quem sabe eu pudesse amá-los. Seria como um amigo seu, lhe pedir para amar o gato dele. Por mais que você disesse da boca pra fora que o ama, não amaria.
Eu não consegui amar os humanos quando Deus mandou. E quando eu lhes dei do fruto proibido, eu achei que eles fariam bom proveito. Que talvez eu pudesse manter qualquer tipo de relação e me redimir a Deus. Mas os humanos usaram a sabedoria para impor guerras, usaram do nome de Deus para justificar o poder que tinham. Não posso mentir que retirante as razões as quais Deus me baniu, eu não o odeio tanto assim, eu até o admiro bastante. Foi por isso que eu confundi a cabeça dos humanos... Para ver quais aqueles são dignos realmente do amor de Emanuel. Eu os induzi á várias crenças, a várias línguas, a várias guerras. Mas Emanuel ainda não entende meus motivos. Ainda os ama.
Séculos após séculos, mais anjos foram caindo. Mais anjos foram se aderindo a meu exército. Sei que uma longa guerra será travada. Eu gostaria que não houvesse. Mas quando eu caí, eu passei a ter sentimentos, emoções as quais eu não tinha antes no céu... E a única coisa que me vem na cabeça é um ódio tremendo.
Não me arrependo do mal que faço aos humanos, se eles amassem mesmo a Deus do jeito que Deus os ama. Sequer se queixariam das dores, dos problemas, causados por mim.
Mas, foi aí que Sofia nasceu. E meu mundo foi totalmente abalado pela sua existência. Não sei explicar, mas quando ela nasceu, eu senti que algo muito bom estava por vir. Foi quase que a mesma sensação que Deus deve ter sentido quando Jesus nasceu. Mas ela não era o meu anticristo.
Quando eu era anjo tinha a lei do purificado. Purificado era quando uma pessoa nascia e o nosso cotidiano era abalado por ela, e a gente sentia sua energia radiando do mundo, e a gente tinha que descer e procurar de onde vinha essa energia e dedicar toda a nossa vida para a proteção dessa pessoa, era assim que nos tornávamos anjos da guarda.
Mas eu não era mais anjo, como eu ainda sentia aquilo? Era muito estranho, era como se algum vestígio de anjo tivesse sobrado em mim. Mas Deus não deixaria que isso sobrasse, Emanuel é perfeito. Então como podia? Eu me neguei a seguir o purificado por anos. Até que um dia, quando eu passava pela região sul do mundo, a energia ficava cada vez mais forte e irresistível a vontade de procurar o que era, quem era e o porquê daquilo...
Foi então que parece que por destino ou coincidência, eu passei justamente por onde irradiava tanta energia chamativa e atrativa. Eu perguntei para Elias, o segundo anjo que caiu após a mim, se ele sentia algo, e ele me disse que não. Com uma baita curiosidade, MALDITA CURIOSIDADE, eu resolvi entrar na casa a qual aos meus olhos, saía uma luz branca muito forte.
Existem leis. Não é porque Emanuel e eu tínhamos brigado que não mantínhamos acordos. Acordos de coexistência pacífica. Eu só poderia entrar nos lares, ao qual a pessoa permitisse a minha entrada. Como ela permitiria? No ato exato de um pecado capital. Em rituais de magia negra, ou com pensamentos imundos, ruins, malignos.
Foi então, que eu fiquei parado na porta, vendo se havia alguma barreira que me impedisse de entrar, mas não havia. E eu entrei na casa... Passei pela porta como se não houvesse porta. Segui para o quarto onde aparentemente seria o foco de tanta luz.
Na cama, repousava suavemente Sofia. Com certeza haveriam de existir humanas lindíssimas e Sofia não se encaixaria nesse grupo. Mas até que era uma humana bonitinha. Fiquei pensando como uma pessoa repousando em um sono tão profundo pode ter permitido o diabo entrar na sua casa. Resolvi investigar o seu sonho.
Coloquei a mão em sua cabeça e fechei os olhos. Vi-me em seu sonho... Era noite e ela caminhava na praia. Lua cheia. Apenas caminhava em direção ao mar. Algumas vezes desesperada, pois era como se seus pés estivessem em uma esteira, ou como se andasse em  uma superfície lisa que não a permitisse que se locomovesse por mais que andasse, pois ela dava muitos passos e não chegava sequer a se mover para onde a água tocava o solo. "
Então eu cheguei, e olhei pra ela. E o sonho dela se interrompeu. Ela olhou assustada para mim e disse:
- Quem é você?
- Eu? – perguntei duvidoso por ela conseguir me ver em seu sonho.
- Sim, você. O que faz aqui nessa praia à uma hora dessas? E afinal qual o problema dessa praia, é ilusão de ótica ou o que? Faz tempo que tento chegar ao mar, mas não consigo...
- É que essa praia é minha – tentei seguir o sonho, para não ser um choque pra ela... Para que ela não acordasse. - E só entra no mar quem eu permito que entre.
- É? E o que é preciso fazer para entrar nesse mar? Eu não sabia que você era dono do mar, podia ser até o dono da praia, mas do mar? Porque não me deixar entrar? Ficou aí me observando, vendo meu esforço e sequer se mexeu para ordenar a sua terra que me levasse ao seu mar?
- Você faz perguntas demais. Cale-te. Eu que devo fazer perguntas. O que faz você aqui na minha praia á uma hora dessas?
- Pra falar a verdade eu não sei... Na verdade...
Enquanto ela ia contando que estava na casa da avó e apenas queria chegar ao shopping, para assistir um filme, com seu namorado... Todo o lugar foi se modificando e sendo alterado para uma casa...
- Está vendo? Agora eu estou atrasada, ainda estou aqui na casa de minha avó... Eu tenho que ir.
- Não, você não vai!
- Claro que vou... - saiu andando em direção a porta e foi sumindo.
“Então o sonho acabou, e ela acordou. Quando os olhos dela abriram, eu estava parado á sua frente com a mão em sua cabeça. Ela deu um grito desesperado. Então, eu fechei os olhos calmamente e fiz com que ela dormisse novamente.
Fiquei a olhando, por um tempo. Em minha cabeça só se passava um pensamento como ela podia ter me visto? Ninguém pode me ver a menos que me evoque, a menos que eu queira me aparecer, e eu não havia permitido que ela me visse.
Esperei até que fosse de manhã. Eu iria cruzar o seu caminho e estabelecer comunicação com aquela humana. A manhã chegou e meus soldados me perguntaram o que eu estava fazendo ainda ali. Eu os ordenei que seguissem sem mim, que depois nos encontraríamos no inferno, que eu tinha que resolver umas coisas pessoais e que por enquanto Elias estaria no comando.
Eram oito horas da manhã, quando Sofia pôs seu rosto na rua, olhou pros dois lados, trancou a porta de sua casa e seguiu. Eu sempre atrás, um pouco distante, fui a seguindo. Até que ela entrou em uma faculdade, devia ser estudante de algum curso.  Fiz todos ali acreditar que eu também era um estudante. Tomei minha forma humana. Entrei em sua sala e me sentei próximo...
Resolvi tomar uma iniciativa, afinal o que se passava comigo? Eu era o Diabo, permiti que todo mundo ali me visse, e eu poderia destruir todos num piscar de olhos. Então porque me dava borboletas na barriga em pensar em chegar perto dela?”
Foi então que eu tomei coragem, me aproximei e falei o óbvio.
- Bom dia... Posso me sentar ao seu lado... Sou novato. – O Diabo falando uma coisa dessas, quem diria... –
- Bom dia, pode sim. Sabe tenho a impressão que te conheço...
Na hora eu fiquei imaginando que só podia ser porque na noite anterior ela me viu com a mão na sua cabeça.
- É eu tenho um rosto bem comum.
- E bem bonito. – ela deu um meio sorriso no rosto e eu retribuí. Não por eu ter me importado com o que ela disse, mas porque eu tinha que agir como um humano normal. Eu acho... –
“Incrível naquele dia teve aula de psicologia, a primeira do ano. E a aula era para fazermos dupla com alguém para nos conhecermos melhor. Logo vi que devia fazer pouquíssimo tempo que o curso havia começado.”
- Então... Aonde você nasceu? Você acredita em Deus? E a sua fé? O que você faz da vida? Faz algo de especial... Algum segredo? – eu estava apenas querendo entender e sair dali o mais rápido o possível, ficar muito próximo de humanos me enojava. -
- Bom, acho que vou começar do meu jeito... Meu nome é Sofia e o seu?
- Lucif... Ilho... Lucifilho. – por pouco eu não disse que era Lúcifer. -
-Lucifilho?
- É!
- Que nome exótico. Meu nome é Sofia. E o que você faz da vida?
- Trabalho com relações humanas. – em partes eu não menti. –
- Legal, eu trabalho depois das três em uma loja de vídeo games.
- Parece interessante...
- Na verdade, não. Nem é o que eu queria pra mim. Todas as noites eu peço a Deus que me dê outro emprego. Mas acho que ele não gosta muito de mim. – Sorriu. –
- Mas é claro que ele gosta muito de você.
- Então o diabo me ama... Por que...
- Como assim o diabo te ama? O Diabo minha cara não ama humanos, tire isso da sua cabeça de vento! – Falei bastante ofendido após aquela declaração.
- Era só uma expressão...
- Desculpe, é que eu sou... Muito... Religioso. E você?
- Nem tanto, às vezes eu penso que Deus não existe ,que céu não existe e que se tudo isso existe não é muito favorável pra minha vida.
- Você devia parar de se queixar tanto. – Falei a olhando fixamente. – Deus...
-Porque eu devo? Só porque você tem uma vida a qual não tem nada a se queixar? Á qual nenhuma força atrapalha a sua vida? Dane-se você e suas teorias, você não pode dizer pra mim o que sentir, eu sinto o que eu quero. E eu não me queixo. Não me queixo de nada. Nem de você ter aparecido na minha vida, nem de você ter me seguido desde a rua lá de casa até aqui na faculdade, nem de eu nunca ter te visto e todo mundo aqui te conhecer... Não tenho culpa se você deve ser um menino popular, riquinho e mimado que fica se esquisofrenando com as meninas que julga retardadas para tirar uma com a cara delas. Quer saber, se exploda! – se levantou e saiu da sala muito enfurecida. –
Como é que é? Quem ela pensa que é pra gritar comigo e sair daquele jeito arrogante? Se ela soubesse quem eu sou jamais faria aquilo. Logo fui atrás dela. Não precisei procurar por muito tempo, pois, ela é minha purificada.
“Encontrei-a sentada em um banco, ainda muito irritada. Antes de ir até ela, hesitei. Ela irritada sentada naquele banco, com um olhar pensativo... Chegava a ser fascinante para eu admirá-la. Admirar uma humana? Onde eu estava com a cabeça? Mas era muito fascinante! Era como se ela fosse uma pessoa incrível. Ela usava um vestido curto azul, eu nunca vou me esquecer... Nem do seu cabelo enrolado, que tocava aqueles belos ombros. E seus olhos atenciosos no que pensava. E me deixava louco pra ter a atenção deles.”
- Sofia, qual o seu problema? Eu apenas queria fazer o trabalho da faculdade e você se revolta assim e sái. Quem você pensa que é pra dizer que eu sou tudo isso que você disse? Fique sabendo que eu não sou! E que você me ofendeu muito! Eu nem sei na verdade o porquê de eu ainda estar aqui perdendo tempo com você...
- Desculpe...
- Desculpe uma ova,... – prestei atenção no que ela disse... E então raciocinei- Desculpas? Não entendi.
- É que eu estou muito irritada, acho que também sou um pouco paranóica, de achar que você estava me seguindo. É que ultimamente andam aparecendo uns homens estranhos... Que vem me falar de Deus e religião, acho que eu estou com um imã disso, então quando você começou com aquele papo, eu me irritei... Desculpe-me.
- Ah. Tudo bem. Eu te desculpo. Mas que homens são esses que estão te seguindo? Que coisa mais estranha não é mesmo. - Perguntei muito curioso, pois homens que seguem mulheres e ficam falando de Deus, e que ela ainda acha que são filhinhos de papai, naquela hora só me veio na cabeça: Anjos de Deus. -
- Seus olhos me deixam assustada...
- Meus olhos? – por que ela não me respondia logo e acabava logo com aquilo? Ela tinha que mudar de assunto... humanas, todas iguais! -  Não há nada de errado com eles...
- Há sim, eles são maldosos.
 “ Lembrei-me que tinha um compromisso no inferno, receber os recém novos soldados...”
- Olha façamos assim, eu tenho que ir... Mas de noite eu gostaria de sair com você para eu – quase confessei que só queria saber por que ela era minha espécie de purificada. – Para nós, nos conhecermos melhor, tudo bem?
- E como iremos nos encontrar?
-Não se preocupe com isso, apenas esteja na praça do centro da cidade ás sete horas, eu te levo de carro para um lugar pra gente comer algo. – Confesso que estava até eufórico, meu primeiro encontro de toda a existência... -

segunda-feira, 16 de julho de 2012

A Sombra da Fé(1)


bem, agora vai ser mais ou menos assim, capítulos desarticulados sem estar na sequencia. Para aqueles que não conhecem, A Sombra da Fé é meu mais novo projeto, ele é bem simples, é uma história do gênero Fantasia Medieval que conta a história de Orfelia Baloar, uma paladina da Ordem de Lina. Para saber mais da história, só lendo mesmo, pois sou péssimo em contar o que são minhas histórias. 

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Fragmento do 3º capitulo.

- Orfelia, porque você está aqui?
- Vocês que me mandaram.
- Então porque veio?
- Pois mandaram eu vim.
- Você ainda não entendeu porque você permanece no mundo?
- Como irei saber? Ninguém fala a verdade e os que dizem falar a verdade, cada um tem uma verdade diferente.
- Então porque você ainda pergunta?
- Porque eu não sei.
- Não sabe o porque de perguntar a todos que se dizem saber a resposta da verdade ou não sabe porque ainda pergunta para todos aqueles que dizem saber a resposta?
- Eles são mais sábios do que eu.
- Não respondeu minha pergunta, mas ainda assim respondeu... mas me diga, então o porque deles serem mais sábios do que você.
- Eles não se dizem sábios.
- Mas você também não se diz sabia.
- Todos dizem que são...
- Você é todo mundo?
- Eles conhecem muitas coisas.
- Você também conhece varias outras que eles desconhecem. Como este local por acaso.
- Mas eles compreendem bem muitas coisas.
- E você realmente sabe o porque de estar aqui?
- Porque vocês querem.
- Não, não é porque queremos, é porque podemos.
- Então o poder é tudo.
- Você tem o poder de matar, você gosta de matar?
- Não, nunca gostei.
- Então porque mata?
- Eles são malignos.
- E você também não é não?
- Não...
- Não?
- Um pouco.
- Um pouco?
- Vocês quem me mandam fazer isso.
- Você é ou não é maligna?
- NÃO
- Você sente prazer em matar.
- Vocês me fizeram assim.
- Você se fez assim.
-...
- Foi apenas você quem fez as escolhas.
- Vocês me colocavam em situações que precisavam disto.
- Colocava-mos?
- Sim, situações em que ou eu fazia isso ou eu morria.
- Você não morre, não pode morrer.
- Mas ainda sofro as dores.
- Então você fez tudo isso apena para não sofrer?
- Sim.
- E conseguiu? Seu sofrimento de agora é menor do que quando matou teus filhos?
-...
- E então? Conseguiu o que queria, parou de sofrer?
- Não.
- Porque você acha que não consegue se livrar do sofrimento?
- Não sei.
- Não sabe? Como? se a pouco tempo atrás você falou que fez o que fez para parar de sofrer.
- Simplesmente não sei. Se vocês me deixassem morrer, eu poderia ao menos parar de sofrer.
- Você acha mesmo que a dor e o sofrimento vão acabar apenas porque você morreu?
-...
- Você ainda não entendeu porque não morre? Você ainda não entendeu que não somos nos que a prende a vida, mas sim você mesma que se prende a vida. Se você morresse, você não teria um descanso em paz, se transformaria em mais uma alma penada, se lamentaria por tudo que já fez ou tudo o que deixou de fazer, pois é exatamente isso que você faz...
- Pare com isso, pare de me atormentar, porque você sempre vem me atormentar deste jeito? Anjo maldito, se tua função é me atormentar você é o melhor de todos, deveria ser elevado para arcanjo, pois teu trabalho é feito com perfeição.
- Orfelia, Orfelia, Orfelia... lamento por você sofrer tanto e sempre que me ver sofre mais ainda. Mas minha função não é te atormentar, mas sim te guiar...
- ME GUAIR COMO, CARALHO?!! Com essas malditas perguntas? Com essas malditas filosofias baratas de sofrimento? O que a porra de um anjo sabe sobre o sofrimento, vocês vivem em sua perfeição em um mundo perfeito e vem me falar de sofrimento. O quanto você já sofreu para poder se equivaler a meu sofrimento?
- Sofro a cada momento que passo perto de você, pois o que lhe tenho é amor. Eu sofro a cada vez que te percebo indo para o caminho errado. Sofro em muito quando penso em você e me lembro que todos os outros já desistiram de você. Sofro, pois sou sua responsável, que sou tua ligação com a Gloria de Lina, que sem mim, Lina já decretaria a tua morte e teu banimento para o esquecimento eterno, que é a morte da alma. Eu sofro, por estar dentro de você, por sentir seus sentimentos, por acreditar que as coisas vão melhorar, por acreditar em você. Eu sofro, pois eu sou parte de você. Eu sofro porque eu sou você, Orfelia Tirel. – Orfelia se ver como tal, se ver como poderia ser e como deveria ser e ate mesmo como não gostaria de ser, ela ver mil delas e mais mil a cada instante.
- Todas elas são Eu, tantas escolhas e escolhi ser essa coisa.
- Não, nem uma delas é você, você é aquilo que você é e nada mais do que isto. Essas imagens são apenas construções de sua mente. Remova esse vestido que escolheste. O nome paladino é apenas outra construção, já existiram paladinos piores do que você e hoje são glorificados. O tempo é efêmero e os motais escolhem o que escrever e o que foi e o que não foi feito no passado. E agora se você me perguntar se essa é uma verdade, eu diria que nem eu mesma saberia dizer se sim ou se não, pois a verdade não existe.

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Mudança

Bem. provavelmente ninguém vai ler, mas postagem é postagem e faz tempo que não escrevo nada aqui(rsrs)

Estarei mudando as coisas por aqui. apartir de hoje, vou parar de postar os capitulos de A Sombra da Fé. volume II. isso é, em sequencia, agora vou postar variadamente, e irei postar outros titulos meus, como por exemplo O Lorde, que é o meu primeiro projeto sendo que o mais complexo de escreve-lo, pois ele é minha menininha de olhos azuis(só escrevo quando estou inspirado para ele).... Também escreverei artigos acerca de livros, filmes e RPG´s e coisa afins.