bem, devo apresentar minimamente está obra, o nome já coloquei no titulo, mas o que não coloquei, vou colocar agora.
Ela é um romance medieval, no estilo(apenas creio) modernista de escrever e um tanto quanto cubista. Agora acerca da história, Lorde Leandro e um depressivo homem que remoí um amor do passado, para não ter o risco do tempo ocioso lhe fizer pensar nela, ele dorme a maior parte do dia e para não ter risco de sonhar com ela, ele toma um remédio para não sonhar. Lorde Leandro é mandado a Serra das Renas para investigar os rumores de que o prefeito desta região tem um pacto com um demônio.
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As fogueiras já estavam completamente acessas quando Lorde Leandro decidiu que já era hora de prosseguir viagem. O disfarce que tinha preparado já tinha sido desmascarado, a noticia de que um estranho pactuante com do diabo já devia está seguindo Serra a cima e a baixo, então não tinha mais para quer fingir que não conseguia andar por aquelas terras sem guia.
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As fogueiras já estavam completamente acessas quando Lorde Leandro decidiu que já era hora de prosseguir viagem. O disfarce que tinha preparado já tinha sido desmascarado, a noticia de que um estranho pactuante com do diabo já devia está seguindo Serra a cima e a baixo, então não tinha mais para quer fingir que não conseguia andar por aquelas terras sem guia.
Então
seguiu sozinho, seu destino era a cidade que ficava no topo da Serra, era lá
onde deveria encontrar com um dos agentes da LA e ficar por dentro de todo o movimento suspeito, mas o agente
não dar noticias a muitos tempo e a única pista é o diário dele, isso é, se não
o queimaram, de todo jeito aquele era oficialmente o ponto de partida da
investigação, o que vinhesse antes não fazia parte.
Não,
antes de chegar a dita cidade no topo da serra, tinha outro canto onde deveria
ir primeiro. Na verdade era alguém que deveria encontrar, mas tanto faz, o
importante era que era antes de chegar no topo. O local onde deveria chegar era
a casa do Xamã da região. O relatório que entregaram a Lorde Leandro era que
aquele Xamã poderia ajuda-lo, toda ajuda é uma ajuda, então foi o primeiro
canto para onde foi.
Leandro
não sabia onde ficava esta casa, mas encontrou com uma pessoa que sabia onde
era a casa do dito Xamã. Mas o homem não falou noticias boas, o homem falou que
desde que a ultima quinzena que Nufhi, não era visto por ninguém.
-
Talvez tenha mais sorte em encontrar sua filha, ela é um dos espíritos que
cuidam desta floresta. Vez por outras ela é encontrada vagueando por ai,
procurando alguma coisa que nunca ninguém sabe o que é. Mas o senhor está é
procurando o pai e não a filha, então basta ir na casa dele, é bem fácil
encontrar o caminho, logo ali em cima vai ter uma bifurcação, o caminho de
pedras vermelhas é o caminho que leva a casa de Nufhi.
Lorde
Leandro agradeceu as informações e seguiu viagem, quando já estava quase perto
de virar uma vereda, o homem lhe grita.
-
Forasteiro, tome cuidado! Ultimamente andar sozinho por está serra esta sendo
muito perigoso, a Troll´s por toda parte e dizem que um demônio anda solto por
aqui. – Leandro o ignorar e continua indo. O homem ainda valou algo, sendo que
Lorde Leandro não o escutou.
Era
justamente com Troll´s e demônios que Leandro queria se encontrar, queria saber
se foi um demônio ou diabo quem fez aquela transmutação permanente e se tudo
isso tem alguma coisa a ver com a peste de troll´s que surgiu por aqui. Troll´s
e Demônios, era o que mais queria encontrar.
A
estrada que levava ate o caminho de pedras vermelhas era longo, mas pelo menos
as árvores por ali eram maiores e agora projetam sombras, deliciosas sombras
que é caçada por Leandro, graças a isso, ele anda sempre de um lado da trilha e
bem perto do mato, quase raspando seu braço na vegetação seca. O resto do
caminho foi quente, abafado e sujo de suor. E assim de tudo, solitário, apenas
os pássaros cantavam e passavam, não encontrará outra pessoa, nem subindo nem
descendo. Bem estranho, pois ate onde Leandro sabia, aquela estrada era bem
utilizada por peregrinos.
Depois
de cerca de uma hora, a estrada de pedras vermelhas finalmente foi alcançada.
Ela não parece ser nada de mais, apenas o chão é mais escuro e algumas pedras
são pintadas de vermelho. Mas foi apenas começar a andar por este caminho, que
sua mente foi abalada por milhares de lembranças, unas boas e outras ruins e um
grande clarão, que eram suas lembranças perdidas. Lembranças de antes de ser
encontrado por Lorde Carlos.
Os
olhos pesam e de repente, no piscar de olhos, Leandro se ver de novo em um
submergível clandestino. Muitas pessoas estavam ali apenas fugindo de algum
ataque de piratas ou qualquer outra merda que tenham caído sobre suas pobres
vidas. Leandro se vira para a mulher ao seu lado e começa a tenta puxar conversa.
-
Com licença, mas você por acaso você é de Ponta
Leste?
-
Não, porque? – a voz era calma e suave, os olhos dessa mulher eram profundos, a
penumbra e o véu que usava, não deixavam ver com mais perfeição os seus cabelos
e o resto da beleza de seu rosto. Sua voz demonstrava cautela com as palavras.
-
É porque estou a procura de minha irmã, ela passou a vida inteira dela lá, e
como você parece ser de lá, talvez você a conheça.
Seus profundos olhos fixaram-se nos de Leandro e sua pequena e delicada boca tremeu
antes de dizer.
-
Me diga o nome dela, talvez eu a conheça...
Uma
sombra passa rapidamente pela janela e alguma coisa metálica arranha o casco da
nave. Tudo foi muito rápido, só deu tempo de Leandro perceber o que iria
acontecer.
-
Merda, vamos morrer. – e o casco se abre igual a um papel sendo rasgado, a água
invade e meios gritos se fazem, sendo que a inundação foi mais rápido e mais
feroz, o rugido do metal sendo rasgado foi maior do que qualquer coisa.
Leandro
sacode a cabeça e esfrega os olhos. Neste instante ele se percebe ainda andando
na estrada de pedras vermelha.
-
Outra vez? Isso nunca aconteceu antes. Porque logo agora está acontecendo? O
pior é que começou quando comecei a subir esta Serra. – então percebe que está
falando sozinho e se cala.
O caminho segue largo e longo, o fim não é
visível, mas o significado deste caminho ser dito pedra vermelha, já está
começando a ser esclarecido. Não era apenas porque as pedras eram pintadas de
vermelho, mas sim por ela serem todas pontudas. A cada pisada era uma dor e
cada dor era multiplicada a cada passo dado.
-
Caminho de filha da puta. – logo Leandro aprendeu a pisar de leve, como se
tivesse pisando em ovos e muitas vezes arrastando o pé e a todo custo a pisada
forte era evitada.
O
passo é dolente de novo. O vendo agora já não mais existe e uma coruja pia lá
no alto, o vendo passa por cima da trilha e não chega em Leandro, as plantas
balançam e galhos e folhas caem. O silencio se faz agora.
Imensidão
azul, paz e tranquilidade, mas alguma coisa estava errado, porque diabos quero sair daqui?porque eu rejeito esse lugar? Não
importa. Continua a subir e a seguir a luz no alto. Alguma coisa está realmente
errado, a paz e a tranquilidade são de mais e o frio começa a invadir. O que é isso aqui flutuando perto de mim?
Ela sobe leve como se estivesse flutuando, ela esta girando devagarinho, sua beleza contrasta com essa imensidão azul
turquesa que nos cerca. Ela está de olhos fechados, parece dançar balé enquanto
sobe em uma infinita de impossibilidade, Só
posso estar sonhando. A sua mão estica para tocar-lhe o rosto, suave e
salgado.
-
Merda, estamos ainda na água. – o torpor vai embora e agora seu corpo é
preenchido com adrenalina.
Mas
uma vez olha para cima e percebe que existem ondas. Ótimo, está perto de uma costa. O ar começa-lhe a faltar cada vez
mais e ele já não sabe mais quanto tempo passou ali em baixo, mas foi pouco, se
não ele teria morrido. E é provável que
está mulher também tenha morrido. Mas quando começou a nadar para cima,
duas bolhas de ar saíram pelo nariz da moça e se prenderam em seus olhos. Se isso só pode ser um sinal. Então a
apanhou pelo braço e começou a nadar para cima junto com ela. Os pulmões já
estão na sua capacidade e o nariz quer puxar ar para satisfaze-los, mas tudo o
que sente é apenas água e contra a vontade.
Finalmente
a primeira puxada de ar. Mas ele é jogado de volta para baixo por causa da
forte onda. A mulher se desgarra e desce. Desesperado, Leandro mergulha e a
procura. Ela desceu um pouco está bem ali igual a um ídolo aquático. E ídolo
aquático iria se transformar se não fosse rápido, mas rápido foi e para cima a
trouxe, desta vez ele subiu atrás da onda, e teve um tempo para se orientar.
A
terra fica para lá, mas Leandro não vai para lá, ele olha para as ondas para
como ela se quebravam. As ondas eram enormes e longas. Leandro sabia que nadar
só iria cansar, então ele usou as ondas em seu favor, submergia para evitar o
quebrar de onda e surgia para usar a força do mar a seu favor. Sempre que subia
com um olho fechado, pois o sol estava forte e não conseguia manter os dois
abertos, para Leandro, quando abrir os dois olhos era difícil, ele fechava um e
abre bem o outro, segundo ele, era para dar mais força.
A
luta para chegar no mar durou muito, mas apenas em sua cabeça, pois estava
cansado e nessas horas, o tempo passa mais divagar.
Ao
sair do mar, Leandro ainda conseguiu colocar a moça em suas costa e a levar
para a areia longe das ondas. Ela era leve, muito leve, ou alguma coisa a fez
ficar mais leve. Então de repente ela pesou o peso do mundo, a coluna de Leandro
curvou para o lado e ambos foram ao chão. A mulher caiu de cara para a areia e
Leandro de joelhos, ele sentia a coluna e os braços, como se alguma coisa os
tivessem puxando, mas não se deixou abatar. Virou a mulher e a deixou de rosto
para o céu. Leandro sobe em cima dela e começou a pressionar o peito dela com
suas duas mãos, era um truque que aprendera com um marinheiro que tinha a fama
de trazer os afogados a vida. Vendo que aquilo não estava dando certo, Leandro
tampa o nariz dela e a beixa, soprando ar em seus pulmões. Também não deu
certo. Mas continua a fazer esse mesmo procedimento por três vezes. Só na
terceira tentativa que a mulher cospe a água para fora. Leandro a coloca de
lado para facilitar a volta dela.
-
Você está bem?
-
É a segunda vez – a voz que sai da boca da bela mulher é a de um homem - que
isso acontece em menos de três semanas – o sonho se desfaz e a realidade clama
o que é dela por direito.
Tudo
o que lembra é fragmentos de um acontecimento do passado, de algumas conversas
próximas, nada de rosto apenas as vozes, lembra do calor de andar em uma trilha,
das pessoas de preto e depois, tudo preto e uma forte dor ao lado da cabeça. De
repente algo mexe lá em baixo, não sabe
mexer, depois varias mãos ásperas por seu corpo, apertando beliscando mexendo e machucando, não esta sabendo fazer, suas pernas estão dormentes, mas ela sabe
que está em uma posição desconfortável, algo mexe lá em baixo, está fazendo um
péssimo trabalho, impossível se excitar
deste jeito, de repente algo entra e começa a se mexer rápido e com
brutalidade. Não, não, não é assim que se
faz, vá com calma, eu sou pequena, assim está me machucando, que merda sai de
mim, assim não tem como. Seus olhos se abrem e ela se ver em uma casa e
escuta risadas.
-
Ela finalmente acordou.
-
Já estava na hora
Ela
estava de volta a sua casa, mas tudo está diferente, e o pior um daqueles
homens esta em cima dela forçando uma péssima transa. Ele não sabe fazer, está
sendo bruto com uma coisa delicada com aquela garota, mas um estupro é sempre
uma agressão e aquilo não iria ser diferente. A garota tenta a todo custo se
soltar, mas os homens a seguram, uns tentam beija-la, ela facilita o beijo, mas
quando a língua chegou fundo, ela o morde com força, e aquele troço entrando e
saindo e a machucando toda. O homem que teve a língua mordida rir daquilo e
acerca dois tapas em ambos ouvidos da garota e ela solta a língua.
-
Vadia do caralho, não sei como o chefe lhe aturava.
A
garota sente tudo o que o brutamonte está fazendo nela e não chora, pois por
pior que ele fosse, ela não iria chorar, não iria da esse gosto para eles, não
iria se mostrar como frágil por mais frágil que fosse. Iria encara-lo e ser
mórbida. Por mais dor que estivesse causando dentro dela. A garota sentia o
penis daquele homem batendo-lhe forte no útero. Antes de chegar ao final,
aquele homem tirou para fora e despejou tudo na cara da garota, que imóvel e
friamente perguntou.
-
Já acabou? Posso ir embora agora? – isso já lhe tinha acontecido antes, quando
era menor e quando Eju não a protegia, normalmente esses homens apenas a usavam
e a descartava deixando que ela fosse embora.
Aquela
atitude não agradara os outros homens, não a pergunta da garota, pois ela foi
completamente ignorada, mas sim a gozada na cara dela. Os homens discutiam
quando ela limpou o rosto e começou a juntar suas roupas rasgadas. Mas antes
dela alcançar suas roupas, um forte puxão de cabelo a fez cair no chão.
-
Onde porra pensa que vai?
A
garota o ficha com olhos mordazes.
-
Vocês já me usaram, agora tenho que ir, tenho que me limpar.
Aquelas
palavras causaram a reação oposta que a ninfa pensara causar. Ao invés de
silencio, o que os homens apresentaram foram gargalhadas. Ela não podia
acreditar, aqueles homens estavam rindo de algo serio, mas eles não podiam.
-
Você realmente pensa que já terminamos?
-Você
realmente pensa que vai sair viva?
Aquilo
lhe fez o coração gelar. Impossível.
Ainda tinha mais, a garota ainda teria que aquentar bem mais do que aquele
homem, ela iria ter que aquentar todos os quatro se satisfazerem. Não, isso não
iria acontecer deste jeito, ela iria morder a própria língua e eles não iria
fazer aquilo com ela. Não viva. mas quem disse que eles se importariam em
come-la mesmo estando morta.
-
Então está decidido? O que ficar por ultimo não trabalha?
Enquanto
os outros três homens discutem a ordem do estupro e do trabalho, o quarto homem
fica na porta, apenas de olho na pequena e assustada garota, seus olhos
tenebrosos se quebraram quando os homens quebraram o acordo com os seres
silvestre daquela serra. Aquele homem a olha e em nada parece que ele é menos
bruto do que os outros, todos tem rostos duros e queimados como a terra que
eles caminham.
-
E porque eu teria que ser o primeiro?
-
Porque você já começou, então trate agora de continuar ou ir trabalhar
levantando a estaca.
-
Cara, da ate dó matar uma bichinha desta. Bem que poderíamos colocar outra
garota no lugar dela e levarmos essa para outro canto e ficar usando ela apenas
para nos. – os outros três fecham a cara.
-
Você está louco? Você acha que Eju não iria ver? Quer condenar a todos nos?
O
homem que estava na porta se aproxima a passos pesados e duros, sua mão já está
apertando o punhal. Os outros homens percebem isso e temem pelo que vai
acontecer. Os outros homens eram de expressões duras, mas suas vozes e olhares
não condiziam com o nível de dureza de suas aparências, isso era tanto, que seu
chefem Eju, os obrigavam a ficarem calados. Mas este que agora caminha pela
casa e tem sua mão apertando o cabo do punhal, esse sim tem pares de olhos
sombrio e malévolo que amargam as pessoas. Ele se veste todo de preto, roupa
toda de couro e pano, nada de metal, apenas um facão que chega a bater pouco a
baixo de seu joelho, ele caminha e suas botas de cano longo fazem barulho alto.
Pisada forte, pisada dura.
Os
três o olham e temem, mas o que mais teme é justamente aquele que deu a ideia
tola de conversar a garota viva. O homem chega, puxa para fora o punhal e joga
no chão o próprio chapéu, só então da para perceber que ele tem cabelos longos
e duros.
-
Quando você pensar em corromper as ordens de Eju – sua voz era terrivelmente
grossa e tenebrosa – lembre-se que eu estou aqui. – e ajeita seu próprio
cabelo, depois pega o chapéu do homem que deu a ideia. – É um bonito chapéu,
não vou gostar de ter que prega-lo em uma estaca por culpa de seu dono.
Os
homens ficam pálidos de medo, todos tem medo dele, ninguém consegue ficar
tranquilo ao seu lado. Ate mesmo Eju fica apreensivo quando conversar com ele.
-
Calma Ramiro, ele não quis dizer isso, ele é apenas um babaca.
A
lamina passa raspando por de baixo da orelha do homem, mas sem cortar.
-
Da próxima vez que falar merda, eu vou te matar..... E Eu serei o primeiro. – e
se vira para a garota, ela está pálida de medo.
O
terror do momento que se aproxima lhe faz o coração acelerar tão rápido quanto
a batida de asas de um beija-flor. O prelúdio de sua dor não é nada se comparada
com o terror que estar por vim a passos fortes e firmes.
O
homem se ajoelha perto da garota e ela sente seu cheiro nojento. Quando o homem
tenta abrir suas pernas, ela ainda tenta segurar, ao perceber que iria ter que
usar a força para abrir as pernas daquela garota, o homem solta as pernas dela.
Nunca fui delicado, e não vai ser hoje
que serei. E encaixa um murro no estomago da garota que urra de dor, uma
lagrima desce violentamente de seus olhos e se perde no chão de terra batida.
Agora
a pequena Ninfa está deitada no chão, sem forças e sem coragem para lutar
contra o agressor, então ela facilita a entrada com a esperança de pelo menos
doer menos.
O
homem arreganha as pernas dela, cospe em sua buceta e mete com toda força nela.
A pobre garota tenta segurar o choro, mas a agonia de ter algo indesejado
entrando em você é mais forte. Agora a garota começa a chorar enquanto o Homem
continua a meter com força.
-
Pare, para, está me machucando! – tenta falar prendendo o choro, mas não é
muito eficaz nisso.
O
homem aperta seus seios e morde com força o pescoço dela, deixando uma grande e
sangrenta marca, o sangue escorre de seu pescoço e o penis dele bate com força
no útero. Ela rasga em um choro de ódio e horror. O homem chupa um pouco do
sangue derramado e fala.
-
Do que chora? Não era exatamente isso que você queria? Não era por isso que
andava com roupas tão transparentes e pequenas? – e se da inicio a um
espancamento enquanto o estupro acontece.
Os
outros homens veem aquela cena, que não me atrevo a descrever com muitos
detalhes, e não se sentem mal, o máximo que se sentiam era pena de terem
deixado logo aquele ali ser o primeiro, pois assim que terminasse com a garota,
ela estaria morta, ainda quente, mas morta. Era um desperdício, mas teria que
ser assim, ninguém iria se meter.
Então,
de repente o homem para com aquilo, a garota ainda está viva, ela pensa que
terminou, pensa que ele já gozou. Mas não, as coisas sempre tendem a piorar. O
bruto homem olha para os outros e vocifera.
-
Vocês vão começar a trabalhar ou vão ficar ai me olhando? – aquelas palavras
entrando nos corações daqueles homens e eles se levantaram e saíram quase a
tropeços, nem um iria querer pagar para ver o que iria acontecer.
- Me mate, por favor me mate agora.
-
Sua morte já foi decretada, mas não irar ser rápida e não irar ser indolor...
Se culpar alguém por esse sofrimento, culpe Eju, ele mesmo quem decretou o que
irei fazer com você, foi ele quem mandou não te matar, mas sim torturar e me
satisfazer. Você não vai morrer, ainda não irá. – e falando isso, ele tira um
pano do bolso, enfia na boca dela e a amordaça – isso é apenas para você não
morder sua língua. – o coração da garota esfria mais ainda e ela entrega todas
as forças, mas alguma coisa a impedia de cair no sono desmaiado.
O
homem a vira de costas e começa e introduzir sua mão no ânus dela. A garota se
debate no chão batido e tenta urrar e morder sua língua, mas não consegue, como
resposta a isso, o homem da dois tapas fortes em cada uma das orelhas dela e
depois, força a cabeça dela contra o chão.
-
Se você pensa que isto é o pior que pode lhe acontecer, devo acabar com suas
esperanças. – e logo em seguida, Ramiro faz coisa pior que não irei escrever
aqui.
A
tormenta continua com atos tão malignos que os demônios e os diabos iriam se
divertir com tamanho sofrimento causado por um ser que nasceu com a
neutralidade. A garota tenta gritar mais não consegue, os homens lá fora gritam
e a mão do homem daqui de dentro fecha e a garota toma outro soco na cara. A
mão fechada dentro dela sai ainda estando fechada, seu útero tem contrações
arrepiantes, deve ser sangue, a
garota defeca e o homem a vira de novo de barrica para cima, arreganha mais
ainda as pernas dela e mete com força, batendo em seu útero.
-
Está pronta para os outros, pois eu já. – e goza dentro dela.
De
repente o corpo do homem tomba sem forças para cima dela, a garota já não
estava vendo mais nada, só sente algo quente sendo jorrado em seu rosto. Um
pequeno baque se escuta e o brutal sai de cima. Pelos Deuses, ai vem o outro.
Algo
tira sua mordaça, sua visão já não era boa, ela só ver um vulto. Depois de tudo isso ele ainda vai querer me
beijar? Em seus desespero, a garota em meio a um pranto sem importância
pede a morte mais outra vez.
-
Seja digno, me mate logo, não aquento mais.
-
Seja um pouco mais forte e aquente. – Enquanto falava essas palavras, alguém
limpa seu rosto e a coloca no colo, ela se agarra a camisa desta pessoa com as
duas mãos ou tenta fazer isso com seus dedos quebrados, ela percebe que sua
cabeça está apoiada no peito desta pessoa, pois ela escuta a batida acelerada
do coração dele, alguma coisa a faz perceber que é reconfortante está bem ali, Seria a morte tão reconfortante assim? –
Desculpa minhas primeira palavras, elas estavam na influencia da luta de agora
pouco – era uma voz masculina, mas era uma voz suave e tênue, não era igual a
dos Drow, era mais firme, mas potente, mas ao mesmo tempo transmitia suavidade
e esperança, aquilo não podia ser morte, mas
está tão quentinho – Não desista, estamos perto agora, falta pouco, Não
durma, fale comigo – agora tudo era dormência, nem um de seus sentidos
atendiam, menos seus ouvidos e talvez sua voz, e agora a voz daquele ser
milagroso parecia desesperada – fale comigo, me diga seu nome, sim, Seu nome,
como te chama?
-
Lara, Meu pai me chamava de Lara... Eu vou seguir ele.
-
Lara, faltam apenas poucos passos, não vá.
-
Porque não? Lá estão meus pais, aqui Eu não tenho ninguém e os que eu tenho só
querem me usar para sexo e outras coisas.
-
Fique comigo então. Converse comigo, seja minha amiga, minha única amiga, eu
também sou solitário, não tenho amigos, todos morreram, todos foram levados, só
tenho agora você e você não pode morrer.
-
Não posso ser sua amiga.
-
Porque não você pode ser minha?
-
Eu nem te conheço.
-
Eu já sei que você é um pouco solitária e você já sabe que eu sou solitário
também. Já é o suficiente para mim. Então o que você acha?
-
Você tem que me cativar primeiro.
-
Então no primeiro dia eu te carrego no colo, no segundo dia pego na tua mão, no
terceiro dia te olho nos olhos...
-
Você é igual a Cem mil outros, falam a mesmas coisas bonitas apenas para me
confundir.
-
Então a pequena raposa já leu O Pequeno Principe. – a voz rir e continua – lhe
garanto que quando te cativar eu serei único em cem mil outros homens.
-
Não sou uma raposa, eu sou uma...
-
É sim, age com a Raposa e pensa igual a ela, mas agora não importa mais o que
você é ou deixa de ser, pois já chegamos, você já pode dormir e relaxar, agora
você está a salva e em segurança. Agora durma pequena raposa.
-
Como a raposa pode dormir nos braços do caçador?
-
Apenas durma, minha pequena. – a voz voltara a ser bastante suave e carinhosa.
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