sábado, 4 de agosto de 2012

O Lorde(1)


bem, devo apresentar minimamente está obra, o nome já coloquei no titulo, mas o que não coloquei, vou colocar agora.

Ela é um romance medieval, no estilo(apenas creio) modernista de escrever e um tanto quanto cubista. Agora acerca da história, Lorde Leandro e um depressivo homem que remoí um amor do passado, para não ter o risco do tempo ocioso lhe fizer pensar nela, ele dorme a maior parte do dia e para não ter risco de sonhar com ela, ele toma um remédio para não sonhar. Lorde Leandro é mandado a Serra das Renas para investigar os rumores de que o prefeito desta região tem um pacto com um demônio. 


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As fogueiras já estavam completamente acessas quando Lorde Leandro decidiu que já era hora de prosseguir viagem. O disfarce que tinha preparado já tinha sido desmascarado, a noticia de que um estranho pactuante com do diabo já devia está seguindo Serra a cima e a baixo, então não tinha mais para quer fingir que não conseguia andar por aquelas terras sem guia.

Então seguiu sozinho, seu destino era a cidade que ficava no topo da Serra, era lá onde deveria encontrar com um dos agentes da LA e ficar por dentro de todo o movimento suspeito, mas o agente não dar noticias a muitos tempo e a única pista é o diário dele, isso é, se não o queimaram, de todo jeito aquele era oficialmente o ponto de partida da investigação, o que vinhesse antes não fazia parte.

Não, antes de chegar a dita cidade no topo da serra, tinha outro canto onde deveria ir primeiro. Na verdade era alguém que deveria encontrar, mas tanto faz, o importante era que era antes de chegar no topo. O local onde deveria chegar era a casa do Xamã da região. O relatório que entregaram a Lorde Leandro era que aquele Xamã poderia ajuda-lo, toda ajuda é uma ajuda, então foi o primeiro canto para onde foi.

Leandro não sabia onde ficava esta casa, mas encontrou com uma pessoa que sabia onde era a casa do dito Xamã. Mas o homem não falou noticias boas, o homem falou que desde que a ultima quinzena que Nufhi, não era visto por ninguém.

- Talvez tenha mais sorte em encontrar sua filha, ela é um dos espíritos que cuidam desta floresta. Vez por outras ela é encontrada vagueando por ai, procurando alguma coisa que nunca ninguém sabe o que é. Mas o senhor está é procurando o pai e não a filha, então basta ir na casa dele, é bem fácil encontrar o caminho, logo ali em cima vai ter uma bifurcação, o caminho de pedras vermelhas é o caminho que leva a casa de Nufhi.

Lorde Leandro agradeceu as informações e seguiu viagem, quando já estava quase perto de virar uma vereda, o homem lhe grita.

- Forasteiro, tome cuidado! Ultimamente andar sozinho por está serra esta sendo muito perigoso, a Troll´s por toda parte e dizem que um demônio anda solto por aqui. – Leandro o ignorar e continua indo. O homem ainda valou algo, sendo que Lorde Leandro não o escutou.

Era justamente com Troll´s e demônios que Leandro queria se encontrar, queria saber se foi um demônio ou diabo quem fez aquela transmutação permanente e se tudo isso tem alguma coisa a ver com a peste de troll´s que surgiu por aqui. Troll´s e Demônios, era o que mais queria encontrar.

A estrada que levava ate o caminho de pedras vermelhas era longo, mas pelo menos as árvores por ali eram maiores e agora projetam sombras, deliciosas sombras que é caçada por Leandro, graças a isso, ele anda sempre de um lado da trilha e bem perto do mato, quase raspando seu braço na vegetação seca. O resto do caminho foi quente, abafado e sujo de suor. E assim de tudo, solitário, apenas os pássaros cantavam e passavam, não encontrará outra pessoa, nem subindo nem descendo. Bem estranho, pois ate onde Leandro sabia, aquela estrada era bem utilizada por peregrinos.

Depois de cerca de uma hora, a estrada de pedras vermelhas finalmente foi alcançada. Ela não parece ser nada de mais, apenas o chão é mais escuro e algumas pedras são pintadas de vermelho. Mas foi apenas começar a andar por este caminho, que sua mente foi abalada por milhares de lembranças, unas boas e outras ruins e um grande clarão, que eram suas lembranças perdidas. Lembranças de antes de ser encontrado por Lorde Carlos.

Os olhos pesam e de repente, no piscar de olhos, Leandro se ver de novo em um submergível clandestino. Muitas pessoas estavam ali apenas fugindo de algum ataque de piratas ou qualquer outra merda que tenham caído sobre suas pobres vidas. Leandro se vira para a mulher ao seu lado e começa a tenta puxar conversa.

- Com licença, mas você por acaso você é de Ponta Leste?

- Não, porque? – a voz era calma e suave, os olhos dessa mulher eram profundos, a penumbra e o véu que usava, não deixavam ver com mais perfeição os seus cabelos e o resto da beleza de seu rosto. Sua voz demonstrava cautela com as palavras.

- É porque estou a procura de minha irmã, ela passou a vida inteira dela lá, e como você parece ser de lá, talvez você a conheça.

Seus profundos olhos fixaram-se nos de Leandro e sua pequena e delicada boca tremeu antes de dizer.

- Me diga o nome dela, talvez eu a conheça...

Uma sombra passa rapidamente pela janela e alguma coisa metálica arranha o casco da nave. Tudo foi muito rápido, só deu tempo de Leandro perceber o que iria acontecer.

- Merda, vamos morrer. – e o casco se abre igual a um papel sendo rasgado, a água invade e meios gritos se fazem, sendo que a inundação foi mais rápido e mais feroz, o rugido do metal sendo rasgado foi maior do que qualquer coisa.

Leandro sacode a cabeça e esfrega os olhos. Neste instante ele se percebe ainda andando na estrada de pedras vermelha.

- Outra vez? Isso nunca aconteceu antes. Porque logo agora está acontecendo? O pior é que começou quando comecei a subir esta Serra. – então percebe que está falando sozinho e se cala.

O  caminho segue largo e longo, o fim não é visível, mas o significado deste caminho ser dito pedra vermelha, já está começando a ser esclarecido. Não era apenas porque as pedras eram pintadas de vermelho, mas sim por ela serem todas pontudas. A cada pisada era uma dor e cada dor era multiplicada a cada passo dado.

- Caminho de filha da puta. – logo Leandro aprendeu a pisar de leve, como se tivesse pisando em ovos e muitas vezes arrastando o pé e a todo custo a pisada forte era evitada.

O passo é dolente de novo. O vendo agora já não mais existe e uma coruja pia lá no alto, o vendo passa por cima da trilha e não chega em Leandro, as plantas balançam e galhos e folhas caem. O silencio se faz agora.

Imensidão azul, paz e tranquilidade, mas alguma coisa estava errado, porque diabos quero sair daqui?porque eu rejeito esse lugar? Não importa. Continua a subir e a seguir a luz no alto. Alguma coisa está realmente errado, a paz e a tranquilidade são de mais e o frio começa a invadir. O que é isso aqui flutuando perto de mim? Ela sobe leve como se estivesse flutuando, ela esta girando devagarinho,  sua beleza contrasta com essa imensidão azul turquesa que nos cerca. Ela está de olhos fechados, parece dançar balé enquanto sobe em uma infinita de impossibilidade, Só posso estar sonhando. A sua mão estica para tocar-lhe o rosto, suave e salgado.

- Merda, estamos ainda na água. – o torpor vai embora e agora seu corpo é preenchido com adrenalina.
Mas uma vez olha para cima e percebe que existem ondas. Ótimo, está perto de uma costa. O ar começa-lhe a faltar cada vez mais e ele já não sabe mais quanto tempo passou ali em baixo, mas foi pouco, se não ele teria morrido. E é provável que está mulher também tenha morrido. Mas quando começou a nadar para cima, duas bolhas de ar saíram pelo nariz da moça e se prenderam em seus olhos. Se isso só pode ser um sinal. Então a apanhou pelo braço e começou a nadar para cima junto com ela. Os pulmões já estão na sua capacidade e o nariz quer puxar ar para satisfaze-los, mas tudo o que sente é apenas água e contra a vontade.

Finalmente a primeira puxada de ar. Mas ele é jogado de volta para baixo por causa da forte onda. A mulher se desgarra e desce. Desesperado, Leandro mergulha e a procura. Ela desceu um pouco está bem ali igual a um ídolo aquático. E ídolo aquático iria se transformar se não fosse rápido, mas rápido foi e para cima a trouxe, desta vez ele subiu atrás da onda, e teve um tempo para se orientar.

A terra fica para lá, mas Leandro não vai para lá, ele olha para as ondas para como ela se quebravam. As ondas eram enormes e longas. Leandro sabia que nadar só iria cansar, então ele usou as ondas em seu favor, submergia para evitar o quebrar de onda e surgia para usar a força do mar a seu favor. Sempre que subia com um olho fechado, pois o sol estava forte e não conseguia manter os dois abertos, para Leandro, quando abrir os dois olhos era difícil, ele fechava um e abre bem o outro, segundo ele, era para dar mais força.

A luta para chegar no mar durou muito, mas apenas em sua cabeça, pois estava cansado e nessas horas, o tempo passa mais divagar.

Ao sair do mar, Leandro ainda conseguiu colocar a moça em suas costa e a levar para a areia longe das ondas. Ela era leve, muito leve, ou alguma coisa a fez ficar mais leve. Então de repente ela pesou o peso do mundo, a coluna de Leandro curvou para o lado e ambos foram ao chão. A mulher caiu de cara para a areia e Leandro de joelhos, ele sentia a coluna e os braços, como se alguma coisa os tivessem puxando, mas não se deixou abatar. Virou a mulher e a deixou de rosto para o céu. Leandro sobe em cima dela e começou a pressionar o peito dela com suas duas mãos, era um truque que aprendera com um marinheiro que tinha a fama de trazer os afogados a vida. Vendo que aquilo não estava dando certo, Leandro tampa o nariz dela e a beixa, soprando ar em seus pulmões. Também não deu certo. Mas continua a fazer esse mesmo procedimento por três vezes. Só na terceira tentativa que a mulher cospe a água para fora. Leandro a coloca de lado para facilitar a volta dela.

- Você está bem?

- É a segunda vez – a voz que sai da boca da bela mulher é a de um homem - que isso acontece em menos de três semanas – o sonho se desfaz e a realidade clama o que é dela por direito.

Tudo o que lembra é fragmentos de um acontecimento do passado, de algumas conversas próximas, nada de rosto apenas as vozes, lembra do calor de andar em uma trilha, das pessoas de preto e depois, tudo preto e uma forte dor ao lado da cabeça. De repente algo mexe lá em baixo, não sabe mexer, depois varias mãos ásperas por seu corpo, apertando beliscando  mexendo e machucando, não esta sabendo fazer, suas pernas estão dormentes, mas ela sabe que está em uma posição desconfortável, algo mexe lá em baixo, está fazendo um péssimo trabalho, impossível se excitar deste jeito, de repente algo entra e começa a se mexer rápido e com brutalidade. Não, não, não é assim que se faz, vá com calma, eu sou pequena, assim está me machucando, que merda sai de mim, assim não tem como. Seus olhos se abrem e ela se ver em uma casa e escuta risadas.

- Ela finalmente acordou.

- Já estava na hora

Ela estava de volta a sua casa, mas tudo está diferente, e o pior um daqueles homens esta em cima dela forçando uma péssima transa. Ele não sabe fazer, está sendo bruto com uma coisa delicada com aquela garota, mas um estupro é sempre uma agressão e aquilo não iria ser diferente. A garota tenta a todo custo se soltar, mas os homens a seguram, uns tentam beija-la, ela facilita o beijo, mas quando a língua chegou fundo, ela o morde com força, e aquele troço entrando e saindo e a machucando toda. O homem que teve a língua mordida rir daquilo e acerca dois tapas em ambos ouvidos da garota e ela solta a língua.

- Vadia do caralho, não sei como o chefe lhe aturava.

A garota sente tudo o que o brutamonte está fazendo nela e não chora, pois por pior que ele fosse, ela não iria chorar, não iria da esse gosto para eles, não iria se mostrar como frágil por mais frágil que fosse. Iria encara-lo e ser mórbida. Por mais dor que estivesse causando dentro dela. A garota sentia o penis daquele homem batendo-lhe forte no útero. Antes de chegar ao final, aquele homem tirou para fora e despejou tudo na cara da garota, que imóvel e friamente perguntou.

- Já acabou? Posso ir embora agora? – isso já lhe tinha acontecido antes, quando era menor e quando Eju não a protegia, normalmente esses homens apenas a usavam e a descartava deixando que ela fosse embora.
Aquela atitude não agradara os outros homens, não a pergunta da garota, pois ela foi completamente ignorada, mas sim a gozada na cara dela. Os homens discutiam quando ela limpou o rosto e começou a juntar suas roupas rasgadas. Mas antes dela alcançar suas roupas, um forte puxão de cabelo a fez cair no chão.

- Onde porra pensa que vai?

A garota o ficha com olhos mordazes.

- Vocês já me usaram, agora tenho que ir, tenho que me limpar.

Aquelas palavras causaram a reação oposta que a ninfa pensara causar. Ao invés de silencio, o que os homens apresentaram foram gargalhadas. Ela não podia acreditar, aqueles homens estavam rindo de algo serio, mas eles não podiam.

- Você realmente pensa que já terminamos?

-Você realmente pensa que vai sair viva?

Aquilo lhe fez o coração gelar. Impossível. Ainda tinha mais, a garota ainda teria que aquentar bem mais do que aquele homem, ela iria ter que aquentar todos os quatro se satisfazerem. Não, isso não iria acontecer deste jeito, ela iria morder a própria língua e eles não iria fazer aquilo com ela. Não viva. mas quem disse que eles se importariam em come-la mesmo estando morta.

- Então está decidido? O que ficar por ultimo não trabalha?

Enquanto os outros três homens discutem a ordem do estupro e do trabalho, o quarto homem fica na porta, apenas de olho na pequena e assustada garota, seus olhos tenebrosos se quebraram quando os homens quebraram o acordo com os seres silvestre daquela serra. Aquele homem a olha e em nada parece que ele é menos bruto do que os outros, todos tem rostos duros e queimados como a terra que eles caminham.

- E porque eu teria que ser o primeiro?

- Porque você já começou, então trate agora de continuar ou ir trabalhar levantando a estaca.

- Cara, da ate dó matar uma bichinha desta. Bem que poderíamos colocar outra garota no lugar dela e levarmos essa para outro canto e ficar usando ela apenas para nos. – os outros três fecham a cara.

- Você está louco? Você acha que Eju não iria ver? Quer condenar a todos nos?

O homem que estava na porta se aproxima a passos pesados e duros, sua mão já está apertando o punhal. Os outros homens percebem isso e temem pelo que vai acontecer. Os outros homens eram de expressões duras, mas suas vozes e olhares não condiziam com o nível de dureza de suas aparências, isso era tanto, que seu chefem Eju, os obrigavam a ficarem calados. Mas este que agora caminha pela casa e tem sua mão apertando o cabo do punhal, esse sim tem pares de olhos sombrio e malévolo que amargam as pessoas. Ele se veste todo de preto, roupa toda de couro e pano, nada de metal, apenas um facão que chega a bater pouco a baixo de seu joelho, ele caminha e suas botas de cano longo fazem barulho alto. Pisada forte, pisada dura.

Os três o olham e temem, mas o que mais teme é justamente aquele que deu a ideia tola de conversar a garota viva. O homem chega, puxa para fora o punhal e joga no chão o próprio chapéu, só então da para perceber que ele tem cabelos longos e duros.

- Quando você pensar em corromper as ordens de Eju – sua voz era terrivelmente grossa e tenebrosa – lembre-se que eu estou aqui. – e ajeita seu próprio cabelo, depois pega o chapéu do homem que deu a ideia. – É um bonito chapéu, não vou gostar de ter que prega-lo em uma estaca por culpa de seu dono.

Os homens ficam pálidos de medo, todos tem medo dele, ninguém consegue ficar tranquilo ao seu lado. Ate mesmo Eju fica apreensivo quando conversar com ele.

- Calma Ramiro, ele não quis dizer isso, ele é apenas um babaca.

A lamina passa raspando por de baixo da orelha do homem, mas sem cortar.

- Da próxima vez que falar merda, eu vou te matar..... E Eu serei o primeiro. – e se vira para a garota, ela está pálida de medo.

O terror do momento que se aproxima lhe faz o coração acelerar tão rápido quanto a batida de asas de um beija-flor. O prelúdio de sua dor não é nada se comparada com o terror que estar por vim a passos fortes e firmes.

O homem se ajoelha perto da garota e ela sente seu cheiro nojento. Quando o homem tenta abrir suas pernas, ela ainda tenta segurar, ao perceber que iria ter que usar a força para abrir as pernas daquela garota, o homem solta as pernas dela. Nunca fui delicado, e não vai ser hoje que serei. E encaixa um murro no estomago da garota que urra de dor, uma lagrima desce violentamente de seus olhos e se perde no chão de terra batida.

Agora a pequena Ninfa está deitada no chão, sem forças e sem coragem para lutar contra o agressor, então ela facilita a entrada com a esperança de pelo menos doer menos.

O homem arreganha as pernas dela, cospe em sua buceta e mete com toda força nela. A pobre garota tenta segurar o choro, mas a agonia de ter algo indesejado entrando em você é mais forte. Agora a garota começa a chorar enquanto o Homem continua a meter com força.

- Pare, para, está me machucando! – tenta falar prendendo o choro, mas não é muito eficaz nisso.

O homem aperta seus seios e morde com força o pescoço dela, deixando uma grande e sangrenta marca, o sangue escorre de seu pescoço e o penis dele bate com força no útero. Ela rasga em um choro de ódio e horror. O homem chupa um pouco do sangue derramado e fala.

- Do que chora? Não era exatamente isso que você queria? Não era por isso que andava com roupas tão transparentes e pequenas? – e se da inicio a um espancamento enquanto o estupro acontece.

Os outros homens veem aquela cena, que não me atrevo a descrever com muitos detalhes, e não se sentem mal, o máximo que se sentiam era pena de terem deixado logo aquele ali ser o primeiro, pois assim que terminasse com a garota, ela estaria morta, ainda quente, mas morta. Era um desperdício, mas teria que ser assim, ninguém iria se meter.

Então, de repente o homem para com aquilo, a garota ainda está viva, ela pensa que terminou, pensa que ele já gozou. Mas não, as coisas sempre tendem a piorar. O bruto homem olha para os outros e vocifera.

- Vocês vão começar a trabalhar ou vão ficar ai me olhando? – aquelas palavras entrando nos corações daqueles homens e eles se levantaram e saíram quase a tropeços, nem um iria querer pagar para ver o que iria acontecer.

 - Me mate, por favor me mate agora.

- Sua morte já foi decretada, mas não irar ser rápida e não irar ser indolor... Se culpar alguém por esse sofrimento, culpe Eju, ele mesmo quem decretou o que irei fazer com você, foi ele quem mandou não te matar, mas sim torturar e me satisfazer. Você não vai morrer, ainda não irá. – e falando isso, ele tira um pano do bolso, enfia na boca dela e a amordaça – isso é apenas para você não morder sua língua. – o coração da garota esfria mais ainda e ela entrega todas as forças, mas alguma coisa a impedia de cair no sono desmaiado.

O homem a vira de costas e começa e introduzir sua mão no ânus dela. A garota se debate no chão batido e tenta urrar e morder sua língua, mas não consegue, como resposta a isso, o homem da dois tapas fortes em cada uma das orelhas dela e depois, força a cabeça dela contra o chão.

- Se você pensa que isto é o pior que pode lhe acontecer, devo acabar com suas esperanças. – e logo em seguida, Ramiro faz coisa pior que não irei escrever aqui.

A tormenta continua com atos tão malignos que os demônios e os diabos iriam se divertir com tamanho sofrimento causado por um ser que nasceu com a neutralidade. A garota tenta gritar mais não consegue, os homens lá fora gritam e a mão do homem daqui de dentro fecha e a garota toma outro soco na cara. A mão fechada dentro dela sai ainda estando fechada, seu útero tem contrações arrepiantes, deve ser sangue, a garota defeca e o homem a vira de novo de barrica para cima, arreganha mais ainda as pernas dela e mete com força, batendo em seu útero.

- Está pronta para os outros, pois eu já. – e goza dentro dela.

De repente o corpo do homem tomba sem forças para cima dela, a garota já não estava vendo mais nada, só sente algo quente sendo jorrado em seu rosto. Um pequeno baque se escuta e o brutal sai de cima. Pelos Deuses, ai vem o outro.

Algo tira sua mordaça, sua visão já não era boa, ela só ver um vulto. Depois de tudo isso ele ainda vai querer me beijar? Em seus desespero, a garota em meio a um pranto sem importância pede a morte mais outra vez.

- Seja digno, me mate logo, não aquento mais.

- Seja um pouco mais forte e aquente. – Enquanto falava essas palavras, alguém limpa seu rosto e a coloca no colo, ela se agarra a camisa desta pessoa com as duas mãos ou tenta fazer isso com seus dedos quebrados, ela percebe que sua cabeça está apoiada no peito desta pessoa, pois ela escuta a batida acelerada do coração dele, alguma coisa a faz perceber que é reconfortante está bem ali, Seria a morte tão reconfortante assim? – Desculpa minhas primeira palavras, elas estavam na influencia da luta de agora pouco – era uma voz masculina, mas era uma voz suave e tênue, não era igual a dos Drow, era mais firme, mas potente, mas ao mesmo tempo transmitia suavidade e esperança, aquilo não podia ser morte, mas está tão quentinho – Não desista, estamos perto agora, falta pouco, Não durma, fale comigo – agora tudo era dormência, nem um de seus sentidos atendiam, menos seus ouvidos e talvez sua voz, e agora a voz daquele ser milagroso parecia desesperada – fale comigo, me diga seu nome, sim, Seu nome, como te chama?

- Lara, Meu pai me chamava de Lara... Eu vou seguir ele.

- Lara, faltam apenas poucos passos, não vá.

- Porque não? Lá estão meus pais, aqui Eu não tenho ninguém e os que eu tenho só querem me usar para sexo e outras coisas.

- Fique comigo então. Converse comigo, seja minha amiga, minha única amiga, eu também sou solitário, não tenho amigos, todos morreram, todos foram levados, só tenho agora você e você não pode morrer.

- Não posso ser sua amiga.

- Porque não você pode ser minha?

- Eu nem te conheço.

- Eu já sei que você é um pouco solitária e você já sabe que eu sou solitário também. Já é o suficiente para mim. Então o que você acha?

- Você tem que me cativar primeiro.

- Então no primeiro dia eu te carrego no colo, no segundo dia pego na tua mão, no terceiro dia te olho nos olhos...

- Você é igual a Cem mil outros, falam a mesmas coisas bonitas apenas para me confundir.

- Então a pequena raposa já leu O Pequeno Principe. – a voz rir e continua – lhe garanto que quando te cativar eu serei único em cem mil outros homens.

- Não sou uma raposa, eu sou uma...

- É sim, age com a Raposa e pensa igual a ela, mas agora não importa mais o que você é ou deixa de ser, pois já chegamos, você já pode dormir e relaxar, agora você está a salva e em segurança. Agora durma pequena raposa.

- Como a raposa pode dormir nos braços do caçador?

- Apenas durma, minha pequena. – a voz voltara a ser bastante suave e carinhosa.

Então algo a voz lhe enche de calor e conforto, a pequena raposa poderia não saber onde estava, mas era algo aconchegante e carinhoso, ela chega mais perto desta voz gira em torno de si e deita sua cabeça perto de sua calda vermelha e felpuda. E finalmente dorme em paz. Nada passou de um sonho ruim.

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